quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Acervo Circe Saldanha no MAARA - o começo...

Suzana Dorneles, Vera Cunha e Tina Santos
(da esq. para a dir.)






MAARA abrigará um Acervo de Circe Saldanha

A OBRA DE CIRCE SALDANHA RETORNA À SUA TERRA: ALEGRETE

O Museu de Arqueologia e Artes José Pinto Bicca de Medeiros -
MAARA, iniciou o registro e o processo de catalogação,
tombamento e guarda na Reserva Técnica do seu Acervo
Permanente, do Material Móvel Artístico da
Artista Plástica Alegretense Circe Saldanha,
doado pela família .

Os primeiros contatos iniciaram-se em fevereiro
de 2009, quando Suzana Dorneles, "nossa embaixadora",
intermediou os desejos de Vera Cunha e da URCAMP,
em abrigar a memória artístico-plástica da artista,
"que tanto orgulho alcança para a sua terra natal: o Alegrete".

"(...)se prepara ao retorno da terra que a viu nascer e,
agora, passará a ser guardadora
da sua alma generosamente artística;
da sua arte que a faz
incondicionalmente imortal!!!!
( e isso me faz rir e chorar
ao mesmo tempo. Te juro!!!)"
(Vera Cunha -citado num contato)

domingo, 25 de janeiro de 2009

Arte em Patchwork







O aprendizado da técnica de Patchork abriu um leque imenso para a artista, estudando a impressão de suas estampas, criou inúmeras formas de aplicação para sua arte.
















domingo, 28 de setembro de 2008

Exposição outubro 2008








Ocorreu de 01 de outubro a 22 de novembro,

Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo, sala O Arquipélago.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

PAINEL DE DOM PEDRITO - 1954

Circe Saldanha tinha completado seu Curso de Aperfeiçoamento em Pintura, com Ado Malagoli, na então Escola de Belas Artes, hoje Instituto de Artes.
Surgiu a proposta da construção do painel no prédio do Posto de Puericultura, em Dom Pedrito.
O mural, com dez metros de comprimento e dois de altura, executado com pastilhas vitrificadas,
foi afixado na fachada principal do prédio.

No ano de 2002 (fotos), Adilson Nunes de Oiveira, do Museu Paulo Firpo - Dom Pedrito, procurou Circe para a restauração do painel.


Nas figuras,
nas ações do cotidiano-em especial a maternidade e a infância,
na fartura dos alimentos,
no profissional da saúde,
nos símbolos de fé,
esperança e caridade,
verificamos rostos
sem fisionomia.
Não há raça, idade,
nem expressões.
É o sentido comunitário
e solidário, presente nos momentos da trajetória humana.

Circe Saldanha foi fiel ao seu propósito: a socialização da arte



( baseado no texto de Teniza Spinelli - jornalista e museóloga )